Geração Z

De Wikinet
Ir para navegação Ir para pesquisar
ZoomerFortniteDance.gif
O zoomer costuma ser representado pela mesma imagem do 30-year old boomer, só que com um cabelo raspado dos lados e levantado em cima, além de óculos

A Geração Z, também conhecidos como Zoomers,[1] é o nome da atual geração[2] de moleques viciados em TikTok, Instagram, Fortnite e discutir política no YouTube, ou seja: tudo o que não presta. Eles sucedem os Millennials, a geração que é responsável por boa parte de todo o lixo tecnológico em que nossa vida depende hoje em dia, e antecedem a Geração Alfa, que são as crianças que enfrentaram a pandemia por coronavírus de 2020‎ e estão acostumadas a guardar uma máscara em suas fraldas e a assistir Galinha Pintadinha ou Luccas Neto o dia inteiro.

A data de nascimento aceita para os Zoomers é entre 1995 e 2010,[3] o que significa que esta é uma geração que conhece, desde pequena, a Interwebz, a não ser no caso de Zoomers brasileiros pois, como o Brasil é atrasado em tudo,[4] estes conheceram a Internet em suas adolescências. Mesmo assim, isso não impediu os Zoomers BR de serem um câncer em jogos online e de se viciarem em League of Legends, sonhando ser jogador de liga de e-sports, o que pode ser considerado o "sonho de ser jogador de futebol" dessa geração.

Uma das características dos Zoomers é o vício em aparelhos eletrônicos e o fato de terem de ensinar seus pais Boomers a utilizarem tais aparatos.[5] Os pais de bebês Zoomers se impressionam porque eles já saem da barriga sabendo tirar selfie, achando que são crianças inteligentes, como se tivesse qualquer tipo de esperteza em se viciar em dopamina digital. Zoomers também leem menos livros que as outras gerações,[6] mas convenhamos, esse dado não espanta ninguém, já que agora as crianças estão no Facebook lendo textões sobre política e... Se bem que o Facebook já perdeu a popularidade entre os jovens, provavelmente por causa das paredes de texto - Zoomer não gosta de ler, porra, e o Twitter sabe disso com seu limite de 240 caracteres. Surpreendentemente, esse dado no Brasil é diferente: subiu o número de crianças leitoras em um país em que metade da população não lê porra nenhuma.[7] Pelo visto, os planos porcos de 4G no Brasil serviram para alguma coisa.

Vídeos[editar]

Ver também[editar]

Salsa