Death Note do Bolsonaro

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Bolsonaro versão Light. Light Yagami.

Death Note do Bolsonaro ou BolsoKira é uma teoria da conspiração que diz que Jair Bolsonaro teria um Death Note para matar seus inimigos (pra quem não é weeaboo, um Death Note é um caderno que causa a morte de qualquer um cujo nome é escrito nele, trama central do anime/mangá com esse mesmo nome). O que começou como uma brincadeira ou teoria maluca virou uma aparente realidade com o tempo, pois de um a um seus inimigos vêm caindo de forma misteriosa.[1]

Até metade de 2021, já são 12 pessoas mortas pelo BolsoKira.

História[editar]

2019[editar]

Em junho de 2019, o jornalista esquerdista Paulo Henrique AmorimWikipedia's W.svg rogou praga e desejou a morte do Bolsonaro. Morreu um mês depois.

Em agosto, a atriz esquerdista Fernanda YoungWikipedia's W.svg mais uma vez tentou difamar o Bolsonaro e disse que ela "não ia deixar a terra tão cedo". Morreu no mesmo mês de asma.

2020[editar]

Em 14 de março de 2020, Gustavo BebiannoWikipedia's W.svg, considerado pelos direitistas o primeiro traidor do Governo Bolsonaro, morreu de infarto. Bebianno é acusado de vazar informações e divulgar mensagens de áudios de Jair Bolsonaro à imprensa para desestabilizar as primeiras semanas do governo, sob alegação que os filhos do mandatário estariam cometendo crimes (que mais tarde se comprovaram inexistentes), o que levou à sua demissão em 18 fevereiro de 2019 e subsequente expulsão do PSL. Após cair em desgraça dos direitistas, se filiou ao PSDB na tentativa de ser candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, se aliando a outros traidores da direita e do bolsonarismo como os governadores João Dória (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio de Janeiro). A morte do traidor do movimento foi lamentada pelos inimigos do Bolsonaro e ignorada pelos ex-aliados.

No dia 31 de março, o jurista e político Luiz Flávio Gomes falou mal do Bolsonaro, dizendo que ele tinha que ser totalmente isolado, em referência ao coronavírus. Um dia depois, no dia da mentira (1º de abril), Gomes morreu de câncer.

Em 10 de maio, o advogado, professor universitário e escritor Sérgio Sant’AnnaWikipedia's W.svg morreu de COVID-19. Durante o mês de abril, Sérgio Sant’Anna havia desejado que Bolsonaro e Donald Trump (incluindo todos os seus eleitores) morressem de coronavírus. Morreu ironicamente do vírus chinês que rogou praga a todos.

Em abril, o jornalista e dono do Catraca Livre, Gilberto DimensteinWikipedia's W.svg, desejou a morte do Bolsonaro, fazendo até montagem dele num caixão. Morreu um mês depois de câncer.

No início de julho, Alfredo Sirkis, um inexpressivo ex-político de esquerda, escreveu no Twitter sobre Bolsonaro ter pego corona: "O Coronavírus contraiu um Bolsonarusvírus. Te cuida, corona...". Morreu uma semana depois em um acidente automobilístico.

Em 11 de julho, Fábio França, outro inexpressivo professor e sindicalista, escreveu no Facebook que "não desejava a morte do Bolsonaro: queria que Bolsonaro fosse enterrado vivo". Morreu dez dias depois por AVC.

Em 28 de julho, Rodrigo RodriguesWikipedia's W.svg, um inexpressivo e desconhecido jornalista esportivo do SporTV e da Globo, além de músico e escritor, morreu de COVID-19. Durante o mês de sua morte, ele havia zombado do Bolsonaro, tendo-o chamado de "sujeitinho mequetrefe", e do uso da hidroxicloroquina no tratamento da COVID-19,[2][3] falando coisas clichê como "fique em casa que a economia vem depois". Descobriu-se depois de sua morte que ele tinha um filho (na época da morte, com 22 anos) que nunca se interessou em conhecer.

2021[editar]

Em março de 2021, exatamente um ano após romper com Bolsonaro ao chamá-lo de traidor e tentar encaminhar um pedido de impeachment, o senador Major OlímpioWikipedia's W.svg contraiu COVID-19 numa manifestação (não usou máscara) e faleceu.

Em 27 de maio, Mário Trajano da Silva Júnior, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte do campus Caicó, advogado e militante de esquerda que defendeu Dilma Rousseff (em 2016), Lula e Fernando Haddad (na eleição de 2018), morreu aos 44 anos em decorrência de um infarto.[4] Em 2020 ele havia ganhado notoriedade nas redes sociais ao defender o fuzilamento do presidente Bolsonaro e seus apoiadores.[5] A morte foi lamentada pela seção OAB Rio Grande do Norte,[6] que repudiou os ataques direcionados contra o falecido após vir à tona sua posição política e suas declarações.[7]

Em 29 de maio, morreu de COVID, aos 74 anos, o jornalista paranaense Luiz Fábio Campana. Ele havia reproduzido um artigo infame de outro jornalista, Hélio Schwartsman, que torcia para que Bolsonaro morresse de COVID-19 em 2020. Campana havia sido internado no hospital Nossa Senhora das Graças de Curitiba (Paraná) três dias antes (26). O mais estranho no anúncio da morte é que Campana foi vacinado duas vezes contra o coronavírus (em 25 de março e em 14 de abril) pela CoronaVac e fez piada com a declaração de Bolsonaro de que iria virar jacaré.[8][9]

Galeria[editar]


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