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Consócio do Ódio

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O Consócio do Ódio[nota 1] é uma organização coordenada pelos grandes grupos midiáticos da Globo, FolhaWikipedia's W.svg, EstadoWikipedia's W.svg e AbrilWikipedia's W.svg. Tem como aliados outros grupos como a Diários AssociadosWikipedia's W.svg e a Editora TrêsWikipedia's W.svg. Sua finalidade e atuação é mobilizar seus jornalistas, milícias virtuais (antifascistas e antidireitistas) a recrutar influenciadores ou outros jornalistas ("famosos quem" IRL; no máximo só influenciam as bolhas do Twitter e do Facebook) em seus sites para disseminar fake news e mensagens contra o Governo Bolsonaro e a qualquer um que apoie minimamente o governo a partir das sedes dos grupos (daí o nome da organização). O consócio usa palavras-chave de notícias previamente combinadas com qualidade duvidosa (as quais os gados antibolsonaristas e os traidores adoram) para manipular a opinião pública e atacar em massa os desafetos da organização.

O grupo surgiu em junho de 2020 em meio ao problema no site do Ministério da Saúde em atualizar os números de casos da pandemia da COVID-19. O grupo em si já existia há anos como oposição a políticos abertamente contra o establishment (como a torcida da Hillary Clinton contra Donald Trump nas eleições americanas de 2016) e Jair Bolsonaro desde que o PSDB caiu em desgraça pública em 2017, quando Aécio Neves, que era candidato forte ao PSDB à presidência, foi flagrado cometendo corrupção (envolvido na Lava Jato) e suas chances de virar presidente viraram pó. Desde então, o grupo passou a se mobilizar contra qualquer um que ousar romper a polarização PT-PSDB, chegando a apoiar discretamente Geraldo Alckimin (do PSDB) e Fernando Haddad (do PT) nas eleições de 2018, o que fez com que os grupos que eram odiados pela esquerda passassem a perder seus leitores direitistas.

Desde que os grupos midiáticos passaram a bater de frente contra Bolsonaro, os grupos mencionados e seus associados começaram a ter prejuízos com o boicote dos direitistas e o novo direcionamento das verbas publicitárias. O maior exemplo é a Globo, que perdeu grandes eventos esportivos e famosos milionários, tendo que demitir cerca de 50 globais. A Editora Três pediu mais tempo para pagar dívidas e a Diários Associados teve problemas com o jornal Correio Braziliense em 2020.

Notas[editar]

  1. Também chamado por outros nomes, como Mídia do Ódio e Mídia Chapa-Branca.

Salsa

Ver também[editar]