Selfcest

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Selfcest é o ato de ter sexo com uma outra versão de si mesmo, pode ser com uma cópia de si mesmo criada por algum mecanismo de duplicação (como máquinas de teletransporte defeituosas ou clonagem) ou uma versão alternativa de si mesmo (através de alguma viagem no tempo ou acesso a universos paralelos).[1][2] Selfcest é uma versão intermediária entre a masturbação e o twincest.

Como nenhuma destas tecnologias existe,[3] selfcest ainda é um ramo da ficção científica. O selfcest pode ir dos níveis mais inocentes, como no episódio Through the Looking Glass, da série Deep Space Nine, em que Mirror-Kira sugere a Kira Nerys fazer um ménage com Mirror-Sisko,[4] até as formas mais extremas de lesbian porn ou gay porn, com o agravante de que, na verdade, as cenas com atores não são realmente de selfcest, ou são gêmeos, ou é algum truque de edição.

Timecest, selfcest usando tecnologia de viagem no tempo.

Assim, as manifestações mais divulgadas nas Interwebz de selfcest ocorrem na pornografia desenhada, ou hentai profissional, ou fan art.[5]

Na literatura, o caso mais clássico de selfcest foi escrito por Robert A. Heinlein, no conto All You Zombies, que conta a história de uma depósito órfã que é estuprada por um homem mais velho, este homem, depois que a vadia dá à luz ainda sequestra o bebê. Deprimida, ela faz uma operação de mudança de sexo, vira homem, e, depois de conversar com um barman, resolve viajar no tempo e estuprar uma versão mais nova de si mesma/o. Depois, ele pega o bebê parido deste estupro e o sequestra, levando-o - através de outra viagem no tempo - para ser criado como ela/e mesmo, no orfanato. No final, ele passa a trabalhar de barman, e aconselha-se a fazer estas porras todas. Ou seja, o cara é o pai e a mãe dele mesmo. Heinlein também retomaria o tema do selfcest em outros livros.[6]

Na ficção científica moderna, David Brin criou uma tecnologia original que permite o selfcest. Em Kiln People, a tecnologia de kilning permite que uma pessoa transfira uma cópia de sua personalidade para um golem de argila. Então, caso o golem seja especialmente preparado para o prazer sexual (e é possível inverter o sexo do golem, para os heterossexuais), é possível haver o selfcest. O interessante é que, ao final do dia, quando o golem se desfaz, o criador do golem pode fazer o upload das memórias do golem, ou seja, ele vai ter as lembranças dobradas do selfcest, tanto como o rig (o original) quanto como o rox (proxy, o golem).

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Referências

  1. Urban Dictionary: selfcest.
  2. TV Tropes: Screw Yourself.
  3. Tolinho, precisa ler mais teorias da conspiração.
  4. Ia colocar aqui um link para o site Memory Alpha, mas a porra do site está infectado com vírus.
  5. Por exemplo, com Ahri de League of Legends: http://www.sanpornandovalley.com/Play/video67305/league-of-legends---ahri-selfcest-lesbian-video
  6. O cara só escrevia putaria. O maior heroi dele, Lazarus Long, era the greatest motherfucker ever. E não era uma figura de linguagem.