Pedofilia

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Já que não pode ter imagem de pedofilia para descrever o artigo, toma aí uma do Pedobear.
Campanha pela legalização da pedofilia em 2015.

Pedofilia é uma palavra da qual ninguém pode falar, porque se não vai preso.

A palavra significa a perversão sexual por crianças em puberdade precoce, e o que era para ser apenas uma tara doentia foi classificado como doença mental, então os sujeitos que são apenas pervertidos são doentes mentais e não tem culpa do que fazem (mas vão presos mesmo assim).

De acordo com os pedófilos, a culpa disso é da demonização da pedofilia, onde as pessoas passaram a considerar que ter tesão por menores de idade é o mesmo que ver pornografia infantil que é o mesmo que estuprar uma criança - uma associação que não faz o menor sentido.

Os pedófilos são discriminados por sua opção sexual forçada pela genética e precisam ver desenhos japoneses com conteúdo erótico para se satisfazerem (que merda!) sem cometer crime.

Relato aleatório[editar]

Mas longe das crianças pode, não é mesmo?
Agora faz mais sentido.

O relato muda aleatoriamente a cada acesso seu. São dois no total.


>/1995/
>morava numa vizinhança tranqüila, onde todos os moleques eram amiguinhosrsrs
>tinha uma mulher que era amiga da molecada
>a casa dela era tipo um QG onde os moleques e meninas se reuniam
>exceto quando ela viajava para as bienais e exposições
>ela tinha videogame, e nos deixava jogar
>ela era bem alternativa, meio gótica, meio esotérica, meio roqueira, mas não usava drogas
>com cabelos pretos e curtos
>minha vó, meio beata estilo aquelas das novelas da globo, não gostava dela, dizia que era uma bruxa que tinha pacto com o demônio
>minha vó chegava até me ameaçar de castigo, se soubesse que eu ia na casa dela
>minha mãe e meu pai eram indiferentes, e minha vó não tinha tanta autoridade assim
>mesmo assim criou em mim um certo medo
>todo dia os garotos ficavam lá na casa dela até começar a escurecer, e iam indo embora
>um dia eu estava jogando um jogo de helicópteros que eu gostava muito, Choplifter 3
>tinha 12 anos
>pela primeira vez cheguei em fase bem longe, fiquei tão concentrado que nem percebi que os outros garotos já tinham ido embora
>quando finalmente morri, fui desligar o videogame, cheguei a me assustar por estar sozinho com ela
>ela sempre simpática e gentil, como era com todo mundo
>ofereceu um lanche que aceitei, começou a conversar comigo, e foi direcionando o assunto a sexo
>me perguntou se já tinha beijado uma menina, se já tinha visto uma menina nua, se já ficava com o pinto duro
>eu já tocava punhetas, mas nunca tinha pensado nela como mulher... era quase como um garoto mais velho e muito legal
>de repente me veio um estalo, e todas as minhocas que minha avó ficava colocando na minha cabeça vieram com força
>fiquei nervoso e era difícil esconder
>comecei inventar desculpas para ir embora
>ela não se importou, e disse "até amanhã"
>nossa relação continuou tudo normal, ela sempre muito gentil
>minha cabeça ficou cheia de fodas, nunca mais fiquei sozinho com ela
>anos depois, comunidade no FORO do bairo, reencontro os moleques e começamos a marcar encontros da turma
>hoje em dia, maioria casados e com filhos
>várias vezes saiu o assunto, todos lembram dela com muito carinho
>vou descobrindo que ela transou com todos os moleques do bairro que teve a chance, todas as vezes que pôde
>hoje ela mora na Europa, é uma artista que trabalha com essas "instalações"
>todos deduzem que sou mais um que transou com ela, não tenho coragem de desmentir
>fode não, falho desde moleque

Ver também[editar]