Nessahan Alita

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Nessahan Alita é o pseudônimo de um autor brasileiro desconhecido de livros masculinistas que foram disponibilizados gratuitamente na internet entre 2002 e 2009. Ele ensina os homens a lidarem com problemas nos relacionamentos e aproveitá-los ao máximo possível.

Sua obra foi completamente pervertida pelos Gayrreiros da Real, que a usaram com objetivos sórdidos e em tom de revolta, o que o próprio Alita deixava claro abominar.

Um artigo sobre ele volta e meia é escrito e depois apagado da Wikipédia por femininistas que se sentiram ofendidas.

Conteúdo dos livros[editar]

Em seus livros, Alita ensina que o homem ideal exerce uma posição dominante sobre a companheira, ainda que a respeite e lhe dê o direito de escolha e recusa. Segundo ele, um homem sério, assertivo, dominante e protetor será muito mais atrativo para uma mulher do que o oposto: um homem brincalhão, inseguro, medroso e excessivamente carinhoso. Em suma, ele defende que o homem terá mais proveito no relacionamento se ele demonstrar que o seu próprio valor é maior do que o da companheira, ignorando-a quando ela demonstrar desprezo. Ele afirma que a maioria dos homens hoje em dia faz o oposto: endeusa a mulher e demonstra um excessivo medo de perdê-la.

O homem ideal, modelado segundo os nossos objetivos, fala pouco e de forma acertada. Usa um tom de voz grave e imperativo. Fala em tom de comando. Não pede permissão para sua companheira: ordena, mas não a obriga a obedecer, deixando a ela o direito da recusa. Não fala sobre si mesmo. Não se lamenta. Não confessa suas fraquezas. Não chora em presença da companheira. Não é tagarela. Olha nos olhos repentinamente, de forma fixa e firme. Não a observa todo o tempo, apenas de vez em quando.

Não fica em cima: quase ignora sua existência. Não discute. Não polemiza: simplesmente informa. É um rei em seu domínio e não um servo. Não sente falta, não sente saudade. Não assedia. Não fica olhando para os corpos das outras mulheres, porque não é luxurioso e nem fornicário. Apesar disso, quando finalmente a fêmea o procura para o sexo, mostra sua força em um sexo selvagem avassalador como um furacão. É um terremoto na cama. Não lança cantadas: agrada sem esforço. Não grita. Não deixa que os jogos sujos passem em branco: sabe devolvê-los.

Não é um palhaço. Não é engraçado. Não ri com frequência: apenas sorri levemente de vez em quando. Quando finalmente ri, sua gargalhada parece ter algo de estranho. Toma a dianteira nas situações. Domina a relação para o bem e não para o mal, tratando-a mulher como uma menina. Não importuna sua companheira perguntando sua opinião o tempo todo.

Não se irrita com as provocações: sabe devolver as consequências a quem as lançou. É impenetrável, distante e misterioso.

Não proíbe e nem se vinga: devolve as consequências, premiando as sinceras e levando as insinceras que tentam enganá-lo a arcarem com os próprios atos.

Não corre atrás das mentiras pois não lhe importa se está sendo enganado ou não. Não se compromete de graça: cobra um alto preço. É um prêmio. Se valoriza. Não é afetadamente sensível. Não é delicado. Pode ter muito dinheiro mas o despreza. Está acima dos preconceitos sociais.

Não é moralista e nem um sujeito "certinho" amigo dos bons costumes. Quando entra em um ambiente, atrai a atenção das mulheres porque as ignora. Não implora para ser amado. Não necessita de carinho passional para ser feliz: despreza-o por saber que é falso e hipócrita, prefere o amor verdadeiro. Ajuda. Orienta. Cuida. Protege. Guia. Não comete injustiças com a companheira. Mantém a razão ao seu lado . Usa a dureza e a firmeza para o bem e não para o mal.

É desconcertante. Surpreende. Não é previsível. Não se comove com lágrimas de cebola, ignora lágrimas de crocodilo, se comove apenas com lágrimas reais, que sabe identificar muito bem. Não corre atrás de reclamações caprichosas. Fusiona características opostas. É simultaneamente bom e, em certo sentido "mau", indiferente e protetor. Pune o adultério com ruptura definitiva, inapelável, ou com desprezo. Jamais comete um crime passional. Se for atraiçoado ou enganado, sua simples ausência e desprezo serão suficientes para castigar a traidora que sofrerá por não encontrar outro igual para substituí-lo.

É o melhor de todos porque faz o que nenhum faz: trata-a como uma menina, fazendo-a sentir-se criança, pequena, relembrando-lhe a infância, ao invés de endeusá-la, entregando-lhe oferendas no altar. Seu coração vale ouro, cobra um alto preço para se comprometer: a fidelidade total, plena e transparente. É um mistério incompreensível. Em suma: é um Homem de verdade.

—Nessahan Alita, "O Sofrimento Amoroso do Homem" (2005)

No entanto, Alita deixa claro no começo de seus livros que o que ele descreve "não se aplica a todas as mulheres" e que seus livros não foram feitos para serem lidos em tom de revolta, mas sim para guiar os homens na "incansável busca pela fidelidade".

Identidade[editar]

Cléber, uma suposta identidade de Nessahan Alita

Não se sabe ao certo quem é Nessahan Alita. Alguns afirmam que o pseudônimo é um anagrama para Átila Nahassen, que por sua vez é o pseudônimo de Cléber M. Muniz, um professor de geografia que, após publicar seus livros, foi viver em meio aos índios ianomamis para aprender seus costumes.

Emerson afirma ser Nessahan Alita, embora isso seja altamente improvável já que ele mal sabe escrever e algumas de suas opiniões não correspondem aos escritos de Alita.

Obras[editar]

Título Descrição
Como Lidar com Mulheres "A arte de lidar com as mulheres no amor exige do homem um estado interior apropriado, que lhe permita resistir aos encantos e fascínios femininos, e um conhecimento estratégico, que permita desarticular trapaças amorosas e tentativas de indução de apaixonamento."
O Profano Feminino "As mulheres possuem um lado sagrado e um lado profano. O lado profano consiste na aplicação da inteligência emocional para fins egoístas no campo amoroso, visando receber dos homens o máximo de amor e retribuir o mínimo necessário e possível."
A Guerra da Paixão "Muitas mulheres vêem o amor como uma guerra ou jogo que não suportam perder e tentam vencer a todo custo. Na guerra da paixão, vencerá aquele que conseguir induzir o parceiro ao apaixonamento e perderá aquele que se deixar apaixonar. O parceiro apaixonante será o vitorioso. O parceiro apaixonado será o derrotado. As artimanhas indutoras do apaixonamento podem ser desarticuladas mediante um estado interior adequado."
O Magnetismo nas Relações Sociais Sobre a atuação do magnetismo universal nos processos de interação social, encantamento e enfeitiçamento.
Reflexões Masculinas Coletâneas de textos que ainda não haviam sido publicados.
Textos complementares I
Textos complementares II