Falsa direita

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"Falsa direita" é o termo ofensivo dado aos indivíduos políticos ou grupos que supostamente que se dizem serem de direita, mas na verdade, necessita a esquerda pra manter a falsa briga política e disputa hegemonia política pra impedir uma terceira via que ameace a suposta direita e a esquerda (podendo ser extrema-esquerda. São apontados pela esquerda e extrema-esquerda (que está no jogo) de serem "direita", mas na verdade são liberais, sociais-democrata, centristas e seus similares, que defendem a ideologias de esquerda para fins obscuros nos bastidores.

O termo é dado pelos indivíduos da verdadeira direita e os antigos colaboradores da falsa direita que se arrependeram, além os que foram enganados por muito tempo a este grupo. Ela é responsável junto com a esquerda, de criarem uma falsa polarização política em pleno regime de Estado democrático (dificultando de fato a ascensão de fato da direita, a renovação política em pequenos e médios partidos), pois os partidos de diferentes ideologias fingem que são adversários políticos em público, mas nos bastidores, eles estão unidos.

Além da falsa direita, a esquerda e suas linhas auxiliares, notabilizam suas críticas a qualquer forma de ditadura e defendem a democracia, mas eles têm objetivos obscuros seus escondidos pelos eleitores, já que a disputa tem seus co-adjuvante um ou mais partidos fortes que são coniventes a esta falsa polarização política. O grupo em questão notabilizam partidos políticos

História[editar]

A data do início na atuação pela falsa direita na perpetuação na polarização política é obscura. No entanto, segundo sites e blogs de direita que estudam a História das Nações, afirmam que a atuação começou após o fim da Guerra Fria em 1991, quando a União Soviética foi dissolvida, deixando a esquerda internacional órfã de um país comunista.

De acordo com estes sites, na tentativa de reviver a esquerda, Luiz Inácio Lula da Silva e Fidel Castro (o ditador de Cuba), criaram o Foro de São Paulo no início dos Anos 90 (agora estão chamando de "década de 1990", pois ninguém fala "Década de Zero" ou "Anos 00" e "Década de Dez" ou "Anos 00" no século XXI), com objetivo de transformar a América Latina a nova Europa Ocidental, ou seja, uma "América Latrina".

Os objetivos do Foro de São Paulo é unir a esquerda internacional para transformar a América Latina em uma América Latrina é acusar a direita verdadeira por não resolver porra nenhuma de melhorar a qualidade de saúde da população latina e de eles se envolverem casos de corrupção e impunidade, além de acusarem crimes (alguns falsos ou aumentados) políticos ocorridos entre 1961 a 1991, quando a esquerda passou optar luta armada já que pelo voto eram fraudados.

Com estas acusações, a verdadeira direita perdeu muito espaço nos Anos 90 (de novo, agora estão chamando de "década de 1990", pois ninguém fala "Década de Zero" ou "Anos 00" e "Década de Dez" ou "Anos 00" no século XXI) para uma direita dissidente, eram do campo ideológico socialista como uma proposta singular: promover o socialismo no interior da "democracia burguesa", instrumentalizando as instituições democráticas em favor dos interesses de classe.

Quem viveu entre final da década de 90 ao início da década passada (entre 1998 a 2002), eram comuns os protestos da esquerda contra a globalização, que depois de 2002, estes protestos sumiram da pauta deles. Maior exemplo disso, os protestos da esquerda eram direcionados contra George Soros, que até meados de 2004, financiava políticos da direita, passou a comprar e financiar a esquerda e quem identificasse causas progressistas.

No Brasil[editar]

O Partido Social-Democracia Brasileira (PSDB) e o Partido dos Trabalhadores (PT) são agremiações partidárias criadas na Década de 1980 por intelectuais uspianos marxistas com uma sutil diferença identitária: o PSDB foi concebido como uma esquerda light para agradar progressistas da classe média enquanto o PT foi construído como esquerda militante para atrair as “massas populares”. Sutilezas ideológicas à parte, o amor pelo estatismo sempre uniu tucanos e petistas.[1]

Após o impeachment de Collor, os partidos de oposição, o PT e o PSDB, começaram a ganhar terreno no Governo Itamar Franco (1992-1995). A relação entre dois partidos é revelada em um controverso acordo secreto, o Pacto de Princeton, um acordo não escrito entre os líderes do PSDB (Fernando Henrique Cardoso) e do PT (Luiz Inácio Lula da Silva), que durante a viagem estrangeira na cidade de Princeton (no Estado de Jersey, nordeste dos Estados Unidos), pacto descoberto em uma publicação do jornal cubano Granma na época e revelada no início da década de 2010. Em 1994, Franco apoiou Cardoso (mais conhecido como FHC) e ele foi eleito naquele ano, derrotando Lula.

De acordo com Enéas Carneiro, o terceiro na disputa eleição presidencial, alertou no extinto programa juvenil Programa Livre (exibido no SBT) e durante o ano eleitoral de 1994, o perigo em que dois partidos (o PT e o PSDB) de formarem uma falsa polarização política e que a sua carta marcada será desastrosa para o futuro do país. No entanto, "imprensa podre" ("fake news" da época) e a opinião pública o tachou de teólogo conspiradorista, que as acusações eram falsas e que não se passava

Vale lembrar que Carneiro foi o primeiro a dizer, antes da campanha eleitoral de 1989, que se caso Collor fosse eleito, ele fará seu desastroso governo e que ninguém (até mesmo a esquerda liderada por Lula e Leonel Brizola) acreditaram nele, como afirmou no juvenil Programa Livre (que era exibido no SBT), além fazer duras críticas ao PT e o PSDB.

Após a posse de FHC em 1º de janeiro de 1995, colocou em prática polarização política com o PT. Fora algumas privatizações pontuais, mas no seu governo, passou longe de qualquer vestígio de liberalismo ou “neoliberalismo” (usada pelo PT e siglas de esquerda para atacar o então mandatário por vender riquezas). Ao contrário que se pensa, o Estado brasileiro não diminuiu durante o Governo FHC: apesar de deixar controlar telecomunicações, aumentou significativamente o número de estatais, agências reguladoras e ministérios para acomodar os corruptos e corruptores.

O social-democrata FHC foi pioneiro na implantação das cotas raciais;[2] dar legitimidade política ao Movimento dos Sem-Terra (MST), chegando mesmo a financiar o movimento de invasores com mais de R$ 2 bilhões;[3] é responsável na controversa Teoria da Dependência (posição dos países de Terceiro Mundo no sistema capitalista mundial devem ser submetidos à dependência pelas grandes potências exploradoras).[4]

Em 1998, novamente Enéas Carneiro, trouxe durante a campanha eleitoral presidencial naquele ano, novas acusações contra Lula, FHC e Ciro Gomes, desta vez um documento do Diálogo Americano (a versão do "Foro de São Paulo da esquerda moderada") em que os três candidatos à presidência assinaram para legalizar drogas e submeter o país aos interesses estrangeiros no futuro. Mesmo essa acusação, foi reeleito.

Em 1999, FHC foi empossado e enfreou três crises (política, econômica e social) parecidas a enfrentada pela Dilma Rousseff e ele foi alvo do fracrassado pedido de impeachment por figuras que mais tarde seriam acusadas por usarem mensalão: José Dirceu, João Paulo Cunha e José Genoino, em que na época, o presidente da Câmara dos Deputados era o futuro presidente Michel Temer. Na época, notabilizaram os seguintes escândos: TRT de São Paulo (1999-2000) do Nicolau dos Santos; Caso Salvatore Cacciola durante a desvalorização do real (1999); Tentativas de submeter censura à mídia (1999-2000); Maior crise do Senado em 175 anos (2001).

Resumindo: FHC fez péssimo governo no segundo mandato, mas para teólogos da conspiração, o próprio presidente sabotou seu próprio governo para permitir ascensão do Lula ou eleger sucessor José Serra, como no caso de sabotar a campanha eleitoral de Roseana Sarney (filha do corrupto José Sarney que tornou mais tarde, o eterno defensor do Lula) o que realmente aconteceu em 2002, quando o Brasil se tornou o segundo país governado pela esquerda por via direta (o primeiro foi Venezuela com a posse de Hugo Chávez em 1999, após ser eleito em 1998).

Após a posse de Lula em 2003, seu governo é criticado por não investigar supostas acusações de corrupção do governo anterior e manteve a roubalheira iniciada, pois se investigasse, atingiria o PMDB e aliados. Seu primeiro escândalo (2004) é o caso Waldomiro Diniz-Carlinhos Cachoeira-Bingos, que terminou sem nenhuma investigação, que levou ao novo escândalo (2005) do mensalão, com a queda de toda cúpula petista, desmolindo o discurso de ética na política defendida pelo PT na década passada.

Na época, se cogitava impeachment, no entanto, segundo denúncias da imprensa da época, FHC exigiu nos bastidores que todos os políticos do partido desistissem desse pedido e que só vencesse ou tirar o PT no poder através das urnas, desde que o seu partido voltasse ao poder. Em troca, seu partido se consolidaria como principal partido da oposição, mas que apenas firmasse como "oposição de fachada", após o declínio do Partido da Frente Liberal (PFL). Só que o plano de tirar Lula do governo não dá certo e é reeleito, apesar dos ataques da mídia aliada ao PSDB (que mais tarde seriam tachadas de golpistas pela esquerda e fake news pela verdadeira direita).

Em 2007, seu governo volta a ser criticado por ajudar os corruptos do Renan Calheiros (2007), dezenas políticos do cartões corporativos e o dossiê anti-PSDB (2008), os escândalos envolvendo José Sarney no Senado e a Câmara por atos secretos (2009), incluindo Erenice Guerra (2010). Enquanto a corrupção rolava a solta, a economia do país estava excelente, com o grau de investimento conquistado em 2008.

Em 2010, apesar dos ataques (da mídia aliada ao PSDB, até petistas que não confiaram muito na Dilma Rousseff), Lula consegue eleger sua marionete para ser usada no futuro. Entre 2011-12, em meio à faxina para combater a corrupção para inglês... digo brasileiro ver, oito ministros cairam e dezenas de integrantes de estatais foram afastados e substituídos por outros. O caso mais repecutivo foi Antônio Palocci, protegido por políticos adversários e da mídia anti-PT, caiu por míseros R$ 20 milhões. Enquanto a corrupção rolava a solta, a economia do país estava excelente, com o dolár caindo para R$ 1,50 (2011).

Em 2012, o "presidente de fato do país" Lula, incentiva nos bastidores, a criação da CPI para atingir PSDB (repetindo o caso de assassinato de reputação feito pelo PT em 2008, quando integrantes da Casa Civil, conhecida como "casa da mãe Joana", foram acusados de encomendar dossiê contra FHC e Ruth Cardoso como forma de chantagear). Só que com passar do tempo, como o escândalo poderia atingir seu governo, decidiu agir para abafar, com apoio da Dilma Rousseff.

Em 2013, com a corrupção rolava a solta nos bastidores, a economia do país começava a dar sinais de enfraquecimento, com o dolár subindo para R$ 2,50. Enquanto a saúde, segurança, educação, infra-estrutura, entre outros, era velhos problemas que não foram solucionados, fatores nas quais levaram os protestos de Junho e a desastrada política econômica do mafioso italiano Guido Mantega (não nasceu no Brasil, seus inocentes!) que erra pra KCT as previsões para crescimento do PIB nos começos de 2011, 2012 e 2013.

Os protestos de Junho pegaram a imprensa estrangeira (que não sabem porra nenhuma do nosso país) de surpresa, já que a popularidade dela e os quase 20000 políticos caíram após efeito protesto, que mais tarde, países da América Latina imitam o exemplo brasileiro, como o caso Venezuela (desde 2014), México (2014-15), Chile (2015), Guatemala (2016), Paraguai (2016).

Em 2014, o maior escândalo de corrupção da história do país ocorre quando a Polícia Federal desmantela o esquema criminoso que roubava a estatal Petrobras desde os tempos de FHC. Apesar da popularidade quase a beira de 50% e a perda da seleção na Copa 2014 em casa, com o roteiro de filme feito desde 1994 da falsa polarização com o PSDB, a anta foi reeleita. Contrariando as promessas de campanha, faz tudo para recuperar economia para não ser sa(ca)neada de novo e não adiantou: o país entra na maior recessão em um século em 2015.

Enquanto a economia naufragava, a popularidade da administradora inoperante caiu nos incríveis 50% para 20% em três meses (janeiro a março), voltava os protestos de 2013 contra ela, que queriam impeachment. Estranhamente, apesar da baixa popularidade, a mídia (supostamente anti-PT e pró-PSDB), políticos e até dono do Banco do Itaú (que lucrou muito com Lula) eram contra a saída da terrorista búlgara que quebrou o país de propósito. Entre eles, o próprio FHCannabis já mostrava mais uma vez, ser contra este pedido e queria governassse até 2019 (até lá, o Brasil viraria uma nova Venezuela, não é, defensor da legalização da narcobras?).

Só não contava com outro corrupto nascido no Rio de Janeiro (ou Hell de Janeiro?) com sangue mafioso italiano Eduardo Cunha estragar o filme PT-PSDB no final de 2015, para enfim, tirar esta bandida de saia que tinha apenas 7% de popularidade no começo de 2016, que foi agravado por indicar o futuro chefe de quadrilha, o Lulalau para ser chefe da Casa Civil (da mãe Joana), enquanto ao mesmo tempo, PMDB caiu fora do barco dos corruPTos antes de naufragar em 12 de maio de 2016.

Com a posse do vice Michel Temer, misturado com sangue árabe-dácula, para não estragar o filme PT-PSDB, permitiu que PSDB fosse em seu governo, pois apesar da queda dos corruPTos após 13 anos no poder, a imprensa e os artistas milionários começam pirar e berrar, ao iniciarem conspiração contra o "golpista fake" que declarou ser contra a prisão de Lula e não ter depotado até hoje o terrorista italiano Cesare Battisti. Quase conseguiram em 17 de maio de 2017, quando foi revelada a conversa do dono da Fri Boi (ou Free Boy?) e com árabe-dácula, quem se deu mal foi a mídia fake news (cunhada por Donald Trump contra mídia que queria a versão Dilma Roussef americana fosse eleita e pintar Barack Osama... digo, Obama como santo que ele não tem nada nele) que viu o dono da Free Boi.

Em Portugal[editar]

A primeira denúncia sobre a falsa direita no país aconteceu em 15 de janeiro de 2007, quando o presidente do Partido da Nova Democracia (PND), Manuel Monteiro, acusou, em publicação feita pela Agência Lusa na cidade do Porto, o PSD e o CDS-PP de serem uma 'falsa direita', que se deixa 'comprar pela esquerda para estar calada'. Monteiro afirmou que há um 'grupo dominante dentro do PSD e do CDS' que 'alinha' com o PS num 'rotativismo simpático', que permite que 'os piores ministros tenham como prémio serem administradores de empresas públicas ou semi-públicas'.[5][6][7]

Monteiro diz que esta política vem desde a época da Revolução dos Cravos em 1974, quando o Movimento das Forças Armadas (um grupo infliltrado pela esquerda que queria roubar as colônias portuguesas na África) foi responsável pelo golpe de estado que pôs o fim o salazarismo) negociou a legalização dos partidos de esquerda (ilegais há quase meio século) e a volta dos comunistas e socialistas exilados na Europa. Monteiro foi presidente do CDS-PP, mas saiu do partido, devido inclinações deste partido à esquerda.[5][6][7]

Referências

Leitura adicional[editar]