Fake news

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Fake news (notícia falsa em inglês) é um termo, cunhado em 2016 pelo então candidato à presidência dos Estados Unidos Donald Trump em abordagem para a imprensa marrom, que consiste na distribuição deliberada de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio, ou ainda online, como nas mídias sociais, que mantinham um certo apoio pela então candidata Hillary Clinton (a "quase" Dilma Rousseff deles). Este termo passou ser usado pelos indivíduos e grupos direitistas que se identificam como a "direita verdadeira" para desmascarar a grande mídia, que eles dizem ser infiltrada de esquerdistas e progressistas e que tenta acusa-los de serem extrema-direita em época eleitoral.

Ao contrário de sátira ou paródia, o conteúdo publicado é intencionalmente enganoso e falso. Fake news são escritas e publicadas com a intenção de enganar e até caluniar, a fim de obter ganhos financeiros ou políticos, muitas vezes com manchetes sensacionalistas ou exageradas para chamar a atenção, com manchetes atraentes ou inteiramente forjadas para aumentar o número de leitores, compartilhamento e taxas de clique na Internet, já que se baseia em receitas de publicidade geradas a partir desta atividade, independentemente da veracidade das histórias publicadas.

Atualmente, as notícias falsas prejudicam a verdadeira cobertura profissional da imprensa que não utiliza esta prática abusiva feita por falsos jornalistas, o que torna o mais difícil para os verdadeiros jornalistas cobrirem notícias significativas que não são manipuladas. Antes do surgimento da internet, as notícias falsas eram raras..

O fácil acesso online ao lucro por anúncios, o aumento da polarização política e da popularidade das mídias sociais, principalmente as timelines (como Facebook e VK), têm implicado na propagação de notícias falsas. A quantidade de sites de notícias falsas anonimamente hospedados e a falta de editores conhecidos também vêm crescendo, já que assim é difícil processar os autores por calúnia. A relevância de notícias falsas aumentou em uma realidade política "pós-verdade" (outra palavra criada pelo pessoal do politicamente incorreto).

Em resposta, os pesquisadores têm estudado o desenvolvimento da "vacina psicológica" para ajudar as pessoas a detectar falsas notícias. No entanto, para os críticos ao combate ao fake news, a detecção de notícias falsas é usada como pretexto para promover censura na internet e favorecer a grandes grupos midiáticos que não aceitam novas mídias alternativas "antiestablishment" concorrendo com eles.

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