Esperanto

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O Esperanto é um idioma artificial, criado por um (((polonês))) no Império Russo,[1] que se caracteriza por possuir como maior ideal ser um idioma universal e neutro, mesmo puxando a sardinha para as línguas europeias. O Esperanto é basicamente uma mistura de línguas latinas, inglês, polonês, russo, alemão e outras coisas tudo em um idioma só.

Bandeira do Esperanto
Exemplo de verbo (Fazer) sendo conjugado em Esperanto.

O Esperanto é caracterizado por ser uma língua bem simples e fácil de aprender, principalmente por aquelas pessoas que acham o inglês muito difícil, ou mesmo por aquelas pessoas que já sabem falar inglês, português e espanhol fluentemente e preferem aprender Esperanto a aprender francês, alemão, russo, guarani ou qualquer outro idioma que não seja muito falado pelo mundo.

Por muito tempo, a comunidade de Esperanto era bem fechada e isolada, mas isso começou a mudar com a criação da internet, fazendo o Esperanto ser bem mais popular e conhecido pelo mundo. Apesar de ainda não ser grande coisa, é bem mais conhecido mundialmente do que no passado.

Atualmente, o Esperanto é uma língua falada por pessoas que apoiam que ele se torne uma língua universal que deve ser ensinada e substituir o inglês (apesar de alguns retardados que falam a mesma língua nativa acharem que todos têm que usar Esperanto mesmo assim) e por pessoas que gostam de fazer memes e trolagens no idioma, já que Esperanto é divertido e fácil de aprender para os trolls.

Vocabulário[editar]

O vocabulário do Esperanto foi feito pegando o que tinha de pior nas suas três principais fontes: 60% das palavras vem de línguas latinas, 30% de línguas germânicas e 20% de línguas eslavas.[2][3] Então, se você conhece línguas de algum destes grupos, mas não dos outros, qualquer frase em Esperanto se torna incompreensível.

Gramática[editar]

A gramática do Esperanto é provavelmente uma das mais simples que existem. Tem apenas 16 regras que ninguém se importa.[4] Basicamente, cada letra sempre tem o mesmo som, toda palavra sempre tem a mesma tonicidade (assim você sempre vai saber como pronunciar uma palavra nova) e cada classe gramatical tem uma única terminação regular (por exemplo, substantivos sempre terminam com -o e adjetivos com -a), tornando muito mais fácil de deduzir o significado das palavras e sua função numa frase.

Mas, só de sacanagem, tem aquela merda que tem em latim, russo e alemão: o caso acusativoWikipedia's W.svg, que é quando os substantivos mudam quando são o objeto de uma frase[5]; no caso do Esperanto, o acusativo é um -n. Esquecer de usar o acusativo é um dos erros mais comuns de novatos no Esperanto. Pelo menos não há outros tipos de declinaçãoWikipedia's W.svg, o que tornaria tudo muito mais complicado e chato.

Outro problema do Esperanto, e que torna a gramática do Esperanto mais complicada que o inglês, é a concordância, então se um substantivo está no plural, no acusativo, ou nos dois, o adjetivo que o qualifica também tem que estar.[6]

Esperantidos[editar]

O sucesso do Esperanto levou à criação dos chamados Esperantidos, que são outras línguas artificiais baseadas nele, porém nem de longe tão famosas quanto ele. O Esperantido mais famoso chama-se apenas Ido, e corrige algumas falhas percebidas no Esperanto.

Falhas[editar]

Apesar de ter sido feito para eliminar a maioria das imperfeições das línguas naturais, o Esperanto ainda contém muitas falhas por ser demasiado antigo, como por exemplo:

  • Uso de letras com acentos (ĉ, ĝ, ĥ, ĵ, ŝ, ŭ), o que é complicado ou até impossível reproduzir em certos computadores ou sistemas atuais rapidamente. Para isso existem sistemas alternativos, em que se coloca o X ou H na frente das letras em vez do acento, mas essa forma de escrever é feia para um caralho. Línguas artificiais modernas, como Ido e Lojban, eliminaram esse problema, sendo escritas apenas com letras que qualquer sistema do mundo é capaz de reproduzir sem precisar de funções especiais.
  • Nomes dos meses e dias da semana, que são baseados em línguas latinas em vez de serem numerados, o que seria bem mais universalmente reconhecível. Quem fala português ou inglês, por exemplo, estará familiarizado com os meses de januaro a decembro, porém não com os dias da semana de lundo a vendredo, que são parecidos apenas com outras línguas latinas como espanhol, italiano ou francês. Já quem fala qualquer língua não europeia não estará familiarizado com nenhum dos dois. Seria muito mais fácil os meses e dias fossem numerados.
  • Gênero: Num mundo cada vez mais feminista, torna-se necessário ter pronomes e palavras que não tenham um gênero específico, mas em Esperanto tudo é masculino por padrão e o feminino é apenas opcional. Por exemplo, elefanto quer dizer "elefante" (sem especificar o gênero), enquanto elefantino quer dizer "elefanta" (um elefante fêmea), porém, assim como na maioria das línguas naturais, não há uma terminação especificando um elefante masculino. Isso é corrigido no Ido e outros Esperantidos.

Salsa

  1. Ludwik Lejzer Zamenhof Wikipedia's W.svg
  2. E se você acha que esta merda tinha que somar 100%, você nunca estudou Teoria dos conjuntos.
  3. https://super.abril.com.br/historia/esperanto-usa-cerca-de-15-000-palavras/
  4. Portal Educação: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/breve-resumo-da-gramatica-do-esperanto/49369
  5. Já que você não vai mesmo abrir a porra do link, vou te resumir: objeto é o elemento que recebe a ação do verbo, diferente do sujeito, que pratica a ação. Em "o gato comeu o rato", "gato" é o sujeito e "rato" é o objeto. Nós usamos o acusativo para pronomes, já que só idiotas falam coisas como "o companheiro não dividiu a propina com eu", "ele roubou eu", mas nessas línguas ele é usado para substantivos também.
  6. Em inglês é muito fácil, young é sempre young em I fucked the young bitch e I fucked the young bitches, mas em português, de novo, só um idiota fala Eu comi as puta novinha.

Links externos[editar]