Elsagate

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Exemplos de vídeos Elsagate mostrando vasos sanitários na thumbnail

Elsagate foi uma polêmica em 2017 envolvendo vídeos do YouTube supostamente feitos para crianças, com personagens infantis e cores vibrantes, porém com conteúdo bizarro, nojento ou perturbador, geralmente incluindo violência, referências sexuais e fobias. Uma das personagens que mais aparecia era a Elsa do Frozen, daí o nome da controvérsia, com o sufixo -gate para escândalos, que é usado desde o caso WatergateWikipedia's W.svg. Em resposta, o YouTube começou a restringir funções em vídeos infantis, como comentários, miniplayer, favoritos, entre outras coisas, o que acaba afetando pessoas que fazem outros tipos de vídeos que são automaticamente detectados como "infantis".

A resposta do YouTube basicamente desconta toda a preguiça dos pais negligentes incapazes de supervisionar o que o seus filhos estão vendo na Internet nos criadores de conteúdo do YouTube que não têm nada a ver com isso.

Conteúdo[editar]

Existiam canais do tipo tanto de animação como de live action (nesse segundo caso, envolvendo atores tanto adultos como crianças). Eles normalmente mostravam personagens populares entre as crianças, geralmente personagens da Disney ou super-heróis, como a Elsa, o Homem-Aranha, o Hulk, o Coringa, o Mickey, entre outros. Nos vídeos, esses personagens exploravam vários temas considerados adultos ou inapropriados para crianças, como:

  • Violência e sangue
  • Sexualidade
  • Gravidez
  • Aborto
  • Injeções, insetos e outras coisas que causam fobia
  • Bosta, mijo, peido e privada

Polêmica[editar]

Os vídeos em questão já existiam desde 2014, mas só começaram a atrair atenção da mídia a partir de 2017. Foi só a partir de então que o YouTube começou a remover, filtrar ou censurar esse conteúdo.

A partir de 2020, TODOS os vídeos da plataforma direcionados a crianças começaram a ser alvo de restrições severas do YouTube. Não se pode mais comentar neles, favoritá-los, usar o miniplayer, entre várias outras coisas.

Hoje em dia, você ainda pode encontrar alguns vídeos do tipo na plataforma marcados como infantis, já que os filtros nunca vão ser 100% efetivos e o YouTube insiste em assumir o papel de babá que deveria ser dos pais.

Vídeos[editar]

Vídeo da época analisando o caso.

Links externos[editar]