Eleições americanas de 2020

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Eleições americanas de 2020 foram as eleições que ocorreram nos Estados Unidos em 2020.

As eleições serviram para eleger o presidente que vai tentar [1] governar o país entre 2021 e 2024, mas também serviram para eleger mais de 8000 porras diferentes, como metade do senado, a câmara de deputados e uma porrada de merdas em cada estado.

Como, aqui no Brasil, ninguém se importa com o resto, [2] e só tem memes legais para a eleição presidencial, este artigo só vai falar desta porra, o que já é uma confusão do caralho.

As eleições presidenciais americanas sempre se compõem de três fases distintas (primárias, votação e apuração), mas, este ano, excepcionalmente, houve cinco fases.

As primárias[editar]

É nesta fase que os dois partidos que realmente disputam a eleição [3] escolhem quem será seu candidato.

A escolha do Partido Democrata finge que é democrática, mas quem escolhe mesmo são os caciques do partido. Por exemplo, em 2016, a vadia da Hillary Clinton tava tomando uma surra nas primárias, mas no final foi escolhida.

Já o Partido Republicano escolher por votação, e a piada é que qualquer um pode votar. De novo, em 2016, os democratas resolveram trollar e votaram no Donald Trump, achando que ele não tinha chance de ganhar a eleição. Pois é.

Em 2020, as primárias não tiveram nenhuma graça. Como elas ocorreram antes da pandemia de coronavírus de 2020, quando a reeleição do Trump era certa, os Republicanos escolheram Trump, e os democratas, não querendo tomar um 7x1 com o comunista imbecil do Bernie Sanders, escolheram um velhilho pedófilo em estágio avançado de Alzheimer, Joe Biden, para ter um desculpa quando perdessem.

Votação[editar]

Votação antecipada[editar]

Diferente de qualquer país sério,[4] em que as eleições ocorrem em um só dia, havendo um controle rigoroso sobre quem vota e como o voto é depositado na urna, nos Estados Unidos a pessoa pode votar pelo correio, ou mesmo votar na zona eleitoral antes do dia da eleição.

O voto pelo correio, em todos anos anteriores, era uma porra marginal, e servia basicamente para atender quem estava viajando. Só que os democratas descobriram que podiam fraudar facilmente o voto pelo correio, então, em 2020, houve uma quantidade enorme de votos desta forma - muitos deles sendo votos dados por pessoas mortas.[5][6]

Votação presencial[editar]

A votação presencial ocorreu no dia 3 de novembro. Houve um número recorde de pessoas que compareceram para votar, pois lá o voto não é obrigatório. A maioria dos votos presenciais foram para Donald Trump.

Apuração séria[editar]

Nas eleições americanas, cada estado tem uma regra diferente sobre a forma de votar, e como são 50 estados, nem adianta ficar dando detalhes. Mas, no final, o que acontece é que a apuração é feita de forma manual, voto a voto.

Quando a apuração séria começou, Trump saiu na frente em quase todos estados importantes. Por exemplo, na Flórida, onde a apuração foi rápida, Trump ganhou por uma margem folgada.

E foi então que os mortos começaram a votar.

Apuração fraudulenta[editar]

Quando os globalistas viram que, pelo voto popular, Trump ia ganhar com uma margem ainda mais folgada que em 2016, começaram a surgir milhões de votos pelo correio, que apareciam do nada.

E apareciam sempre em estados críticos: eram estados em que Trump ganhava por 3 a 4%, então vinham chegando os votos pelo correio, e terminavam quando Biden passava a ganhar por 0,01% de diferença.

Estranho, não?[7]

Tapetão[editar]

Com tanta evidência de fraude, agora Trump vai recorrer, e tentar anular os votos pelo correio, de forma a fazer valer a vontade do povo americano que foi lá na urna e o elegeu. Se vai conseguir, até agora, ninguém sabe.

Salsa

  1. Lá, assim como no Brasil, não temos uma democracia, temos uma república. A diferença é importante: em uma democracia, o povo vota na merda que quiser (por exemplo, pode votar para que todo jovem de 18 anos, ao invés de servir o exército de graça, tenha que dar a bunda de graça). Em uma república, o poder do povo de tomar qualquer decisão idiota é moderado através de instituições, por exemplo, o judiciário e o legislativo.
  2. Mas a gente devia. Foi graças à vitória dos republicanos no Senado, e à composição de conservadores no STF deles, que os Estados Unidos tem alguma chance de não virar uma nova Venezuela.
  3. Nos Estados Unidos tem uma porrada de partidos, mas ninguém se importa com os outros.
  4. Ou seja, neste ponto o Brasil é um país mais sério que os Estados Unidos.
  5. https://swarajyamag.com/insta/us-presidential-polls-dead-people-allegedly-found-to-have-cast-votes-via-absentee-ballot-in-michigan
  6. https://www.theepochtimes.com/german-journalist-in-dc-says-he-received-3-ballots-in-mail-one-for-dead-person_3535708.html
  7. Henrique Guilherme, Dez fraudes que ocorreram na eleição dos EUA https://relevante.news/colunistas/dez-fraudes-que-ocorreram-na-eleicao-dos-eua/
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