Computador do século XX

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Computador do século XX é, porra, uma coisa que não existe, ou, melhor dizendo, é tanta merda diferente que não faz muito sentido tentar dar uma definição única do que seja esta merda.

Ao contrário do computador do século XIX, que era um bando de mulheres dedicadas fazendo contas, e do computador do século XXI, que, pelo menos em seu início, parece ser tudo a mesma merda, no século XX houve uma grande evolução no que seria um computador.

Então, como a Wikinet também é cultura, vamos tentar dar uma pincelada em como foram os principais avanços na computação.

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No início do século, o computador ainda era o que se via no século XIX, era uma porrada de depósito fazendo conta com tábua de logaritmos. A famosa máquina de Babbage nunca serviu para porra nenhuma, além de uma curiosidade. A coisa mais próxima de um computador, usando apenas mecânica, foram as máquinas de calcular, inventadas por volta dos anos 1930, que conseguiam fazer operações de soma e subtração, e uma ou outra operação bem simples de multiplicação e divisão. Estas merdas, apesas de toscas e escrotas, ainda continuavam sendo usadas até o final do século, nas caixas registradoras de alguns mercados.

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Ao mesmo tempo que a mecânica mostrava ser uma merda para construir computadores, a eletricidade parecia ter algum futuro. Mas não era esta porra atual de bits e bytes. O nome desta merda, cujo inventor inicial foi um tal de Arthur Pollen em 1912, era computador analógico, e fazia as operações através de circuitos elétricos. Nestes computadores, a entrada de dados é feita aumentando-se a corrente elétrica, e a leitura do resultado também é uma corrente; obviamente, a precisão é uma merda, sendo da ordem de três ou quatro (com muita cagada) casas decimais. A vantagem, em relação às porras mecânicas, é que dava para implementar de forma fácil funções não-lineares e também fazer integrações ou mesmo resolver equações diferenciais.

Mas estas merdas todas, agora, são peças de museu. O progresso final, neste caso, não foi motivado pela pornografia, a vontade que os homens tem de foder a maior quantidade possível de mulheres, mas pela segunda força criativa mais importante, a vontade que os homens tem de matar outros homens. Foi durante a Segunda Guerra Mundial, principalmente para desenvolver uma bomba atômica para explodir aquele viado do Hitler, que os computadores modernos começaram a se desenvolver. O trambolho se chamava ENIAC, e, se não foi o primeiro computador eletrônico, [1] foi o primeiro que fazia alguma coisa útil. Só que, como tudo que os governos fazem, a porra ficou pronta só em 1946, bem depois que a guerra já tinha acabado e o Projeto Manhattan havia se virado sem ajuda de computadores, ou, melhor dizendo, com o mesmo tipo de computação que se fazia no século XIX.

De lá pra cá, virou modinha falar que os computadores tem gerações. Então, para não ficar diferente, vamos repetir esta merda.


As novas gerações deveriam se beneficiar a experiência das gerações anteriores.

Os computadores de primeira geração (1940-1956) [2] foram aquelas merdas toscas, baseadas em válvulas. A segunda geração (1956-1963) eram as merdas que usavam transístores, uma tecnologia que foi desenvolvida pelos escravos do maluco Howard Hughes porque ele queria botar um satélite no espaço, mas se o satélite usasse válvula seria preciso que algum babaca ficasse de plantão para trocar a porra da válvula sempre que ela queimasse, o que acontecia em poucos dias. A terceira (1964-1971) já usava circuito integrado e a quarta (1971-) microprocessadores. Os babacas deram para inventar uma tal quinta geração, que seriam os computadores com inteligência artificial, mas é óbvio que ainda vai ter muita tecnologia antes desta merda ter alguma aplicação real.

Do ponto de vista do usuário, ou seja, quem quer fazer o computador realizar algum trabalho útil, estas porras todas se diferenciam por:

  • as merdas mecânicas e analógicas: complicado pra caralho para programar, tem que ficar mexendo em peças mecânicas ou montando circuitos. Inúteis, pois não tem como mostrar pornografia
  • computadores de primeira geração: começaram a inventar linguagens de programação e fazer a saída em impressoras. Já dava para, com algum esforço, fazer programas para imprimir imagens que lembravam vagamente imanges de mulher pelada (ASCII art)
  • computadores de segunda geração: programar era a mesma merda que na geração anterior, mas as linguagens começaram a ficar mais simples de usar. E inventaram uma porra chamada Plotter, que era uma máquina que pegava canetas de cor diferente e fazia desenhos em papel, com isto já dava para desenhar o contorno de mulheres peladas ou mesmo aplicar alguma cor no desenho
  • computadores de terceira geração: vieram junto com a primeira versão

da Interwebz, a ARPANET, então não era mais preciso se esforçar para produzir pornografia, já dava para pegar via e-mail o que outro usuário havia tido todo o trabalho de scannear

  • computadores de quarta geração: primeiro, através de qualquer televisor, e depois através do monitor, ficou muito simples ver imagens pornográficas no computador. Ao final do século a velocidade de cálculo e de transmissão já permitia ver filmes pornográficos no computador
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Obviamente, a humanidade só sobrevive porque está sempre inventando porras novas, mas é muito difícil imaginar o que será inventado em seguida. Será que os novos computadores vão dispensar o monitor e jogar a pornografia diretamente no olho do usuário? E porque usar o olho, porque não jogar diretamente no cérebro? Mas isto é papo de maluco, vamos deixar estas especulações para quem se masturba por ficção científica.

Referências

  1. A honra cabe a uma merda que não serviu para nada: um tal de Atanasoff's Berry Computer, que foi BALEETED por causa daquela merda chamada patente.
  2. Esta merda não tem nem na Wikipédia em inglês, porque os idiotas de lá tem mania de fundir artigos e suprimir informações. Peguei esta porra do histórico do artigo BALEETED sobre gerações de computadores.