Clinton Body Count

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Democratas, inclusive a Família Clinton, criticam o porte de armas, enquanto são defendidos por seguranças armados. Em outras palavras, eles são contra você usar armas porque só eles podem.

Clinton Body Count ("Contagem dos Corpos de Clinton") é uma suposta teoria da conspiração americana que diz que o casal Bill e Hillary Clinton teria desde 1987 um grupo sob seu comando para eliminar fisicamente seus aliados, inimigos e testemunhas que ousarem denunciar seus crimes.

Começou com o Caso Kevin Ives e Don Henry, quando então dois adolescentes foram encontrados mortos na estrada de ferro na manhã do dia em 23 de abril de 1987 no condado de Saline (em Arkansas). O caso ficou conhecido na mídia local como The Boys on the Track ("Os Meninos na Pista") ou Murder on the Track ("Assassinato na Pista"). Na época, o Estado de Arkansas era então governado por Bill Clinton, um então desconhecido político ao público americano que futuramente se tornaria o presidente da nação.

A causa inicial da morte foi alegada como resultado de desmaio nos trilhos da ferrovia no condado de Saline, depois da dupla fumar maconha feita pelo médico legista-chefe do estado, Dr. Fahmy Malak (ou Malek). No entanto, em abril de 1988, os corpos dos jovens foram exumados e outra autópsia foi realizada, desta vez pelo médico legista de Atlanta, Dr. Joseph Burton, a pedido dos familiares que não concordaram com a causa da morte. Ele descobriu que Ives morreu tendo seu crânio esmagado e Henry foi esfaqueado nas costas, antes de serem colocados nos trilhos. A divulgação provocou escândalo e o governador Bill Clinton apoiou Malak, apesar de um grupo de cidadãos e os democratas de Arkansas exigirem sua demissão. Clinton se desculpou pelos "erros" de Dr. Fahmy Malak (ou Malek), dizendo que ele estava "cansado e estressado".

Com passar do tempo, surgiram evidências apontando para dois policiais no local e de que os jovens teriam testemunhado por acaso um carregamento de drogas para o Aeroporto de Mena, no limite dos condados de Bauxite e Alexander (Arkansas), como parte da operação de contrabando de drogas dos Estados Unidos para a América Latina, na qual foram pegos e assassinados brutalmente. No entanto, sete pessoas que eram testemunhas ou tinham alguma ligação com o caso tiveram suas mortes misteriosas antes que seus testemunhos pudessem ser ouvidos perante um Grande Júri. Com o tempo, o caso esfriou (cold case) e foi arquivado por falta de provas.

Com o passar dos anos, após o Caso Ives-Henry ter sido arquivado, dois jornalistas americanos que estavam investigando o Casal Clinton quando Bill era apenas governador de Arkansas, Danny Casolaro e Victor Thorn, também morreram de forma suspeita. Com isso, a teoria da conspiração maluca começou a virar realidade depois que Bill Clinton foi eleito (1992) e virou presidente por oito anos (1993 a 2001): um a um, os inimigos dos Clinton vêm caindo de forma misteriosa e suspeita (suicídios, latrocínios e até atentados), o que tem dado cada vez mais credibilidade a essa teoria. A contagem de corpos de Clinton gerou nos Estados Unidos o neologismo Arkancide (Arkansas + suicide) ou "Arkancídio", que significa nem os tradicionais suicídio ou homicídio, mas como "suicídio" por duas balas na nuca.

De acordo com a wiki Conservapedia, só quatro pessoas que denunciaram atividades suspeitas da Família Clinton sobreviveram aos ataques. A Wikipédia, de tendência liberal e esquerda, se referiu à contagem do corpo de Clinton como uma "teoria da conspiração" em uma tentativa de desacreditá-la e rejeitá-la, sem nenhuma tentativa de oferecer qualquer prova legítima para sua afirmação.

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