Capitalismo

De Wikinet
Ir para: navegação, pesquisa
Espectro político.

Capitali$mo é um sistema econômico cujos princípios são:

  • a liberdade (livre iniciativa) - empresas podendo abrir livremente sem regulações, taxas e exigências do governo
  • a propriedade privada - a noção que todos são donos do que compraram e conquistaram com o trabalho
  • meritocracia -a ideia de que as pessoas são mais ricas porque trabalharam e mereceram e não por algum privilégio natural

Localiza-se do centro para a direita do espectro político. Todas as pessoas são livres para fazerem o que quiserem, e são recompensadas com dinheiro pelo trabalho que fazem. Quanto mais competente, mais dinheiro se ganha, e menos se trabalha. Para ser mais competente, é preciso estudar. É um sistema justo e bonito, a grande invenção do Ocidente.

Conto: como crescer no capitalismo[editar]

Como é comprar pão em em cada sistema.

Joãozinho sonhava em ser dono de uma grande rede de lojas, mas era mendigo. Ao invés de recorrer à assistência social, às bolsas-esmola e culpar os outros pelo seu fracasso, como um esquerdista faria, decidiu procurar emprego. Começou trabalhando como gari, pois só tinha ensino fundamental. Com o dinheiro de seu salário, pôde alugar uma casa, e no ano seguinte foi fazer o supletivo do ensino médio. Depois deste tempo, concluindo o ensino médio, seu trabalho passou a ser mais útil, afinal, qualquer um pode fazer um trabalho de ensino fundamental, mas só pode fazer o do ensino médio quem cursou o ensino médio, o que dá um total muito menor de pessoas. Foi ser auxiliar de escritório, mexer com contas.

Sucesso capitalista.

Passou a ganhar o triplo do que ganhava no ensino fundamental. Com isso, pôde fazer um pré-vestibular e passou para uma faculdade. Cursou advocacia e se formou. Agora fazia um trabalho ainda mais útil para a sociedade, pois era um trabalho que ainda menos gente poderia fazer. Com isso, passou a ganhar 5 vezes mais.

Depois de meia década, já com casa e carro próprios, alugou uma loja e abriu seu mercado. Todos da cidade ficaram sabendo sobre a inauguração, e decidiram experimentar seu serviço. Seu serviço era muito bom, pois sabia mexer com números, com questões legais e com limpeza. Seus clientes notaram isto e tornaram-se fiéis à loja. Em dez anos, mais de cem filiais já tinham sido criadas pelo país. Em 20, o supermercado já tinha sucesso internacional. Joãozinho, graças à liberdade, que permitiu sua livre iniciativa, ao direito à propriedade e à meritocracia, tornou-se um grande empresário e viveu feliz para sempre. -Departamento de Propaganda dos Estados Unidos da América, conto nº01, 25 de abril de 1953.

CC[editar]

Copicola:Fio sobre capitalismo

>tendo afeição por bens materiais

>dois mil e fodendo olimpíadas no HUEHUEBRBR


OP, o capitalismo de livre mercado é tão fantástico que ele permite que você faça a escolha de não se apegar a bens materiais.

Exatamente, você não é obrigado a comprar! E você ainda tem inúmeras vantagens se fizer isso, como um custo de vida mais barato, isso te permite trabalhar menos, viver menos situações que causam estresse, comer melhor, fazer viagens e tudo mais. É tudo uma questão de escolha, e neste sistema, você é livre para escolher!

Agora imagine em um país como Cuba ou Coreia do Norte, por exemplo. Mesmo que eles não fossem tão pobres, você não é livre para escolher! O estado dita em que tipo de casa você deve morar, quanto de comida você deve comer, em que tipo de escola você deve frequentar, que tipo de médicos você pode ter acesso. Não é horrível? Parece uma prisão!


Concordo que nesses países ainda temos menos escolha do que aqui, mais não concordo que o capitalismo seja "liberdade". Afinal, eu que sou um pobrefag não posso fazer viajens, apenas tenho que trabalhar e trabalhar até a morte, tendo poucas opções de divertimento ou de aproveitar a vida.


Se você é pobre você deve poupar e investir. Você deve gastar menos do que ganha, mesmo que isso implique em alguns sacrifícios. A diferença você cria poupança e investe, investe em qualificação, em ferramentas de trabalho e também modalidades tradicionais de investimentos. Paralelo a isso você busca sempre crescimento profissional, busca criar uma oferta para atender a demanda.

Lembre-se que meritocracia não é estudar direitinho, não é agradar o chefe e nem bater ponto no horário. Meritocracia é você oferecer produtos e serviços que atendam o que a demanda quer, assim será bem remunerado.

Ou seja, você é livre sim, mas precisa conquistar, precisa dar algo em troca. Como você quer viajar sem ter dado nada em troca? Quer que o piloto do avião te leve de um lugar do mundo para outro de graça? Quer que construam o avião de graça? Você também precisa entregar valor ao mercado, precisa entregar valor a um preço equivalente ao valor que você quer adquirir para si!

E ainda assim você é livre para ter estas ambições ou não. Eu por exemplo, sou muito ambicioso neste quesito, por isso trabalho como um condenado para conquistar. Mas poderia ter a ambição de uma vida mais simples e em troca eu trabalharia menos.

Claro que, eu não estou falando que o Brasil é o paraíso da liberdade, muito pelo contrário. Os problemas que temos aqui são exatamente fruto dessa falta de liberdade de produzir e realizar trocas voluntárias.


Concordo, mas não quero passar a minha vida atendendo a demanda do mercado, isso para mim parece apenas uma perda de tempo, pois o material tem prazo de validade, enquanto o espiritual é eterno. Eu acho preocupante que a sociedade ocidental preze mais o material do que o espiritual, e foi isso que eu quis dizer com o post original. Na minha opinião, falta o equilíbrio entre as duas partes (material e espiritual). Eu na verdade me sinto equilibrado, estudo para ter uma carreira profissional, e logo começarei a trabalhar também, o grande problema disso vai ser passar manha, tarde e noite me dedicando apenas ao material.


O mercado é a própria sociedade. Ele é composto por nada mais nada menos pelas pessoas, com seus desejos e necessidades. Diante desta premissa, há uma regra muito simples: As pessoas só farão algo por você se você fizer algo por elas.

Mas você é livre para fazer pouco pelas pessoas e em troca também receber pouco. Agora, é um pensamento muito egoísta seu achar que as pessoas deveriam consumir mais ou menos, achar que elas deveriam se dedicar mais ou menos ao lado espiritual. Isso é liberdade, cada um tem o direito de dar prioridade ao que quiser. Você é totalmente livre para valorizar seu lado espiritual e trabalhar apenas ele, mas não pode obrigar ninguém a fazer o mesmo e muito menos pregar que sua maneira é mais correta do que outra.

O que você pode fazer é propagandar o que você considera vantagens em seu modo de vida e ver se assim pessoas voluntariamente resolvem aderi-lo.

Ver também[editar]