Ana Freitas

De Wikinet
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Ana Freitas em 2019

Ana Paula de Bortoli Soares de Freitas é uma jornalista bazingueira, feminista, mãe de pets e especialista em "cultura digital". Ela tinha um blog chamado Olhômetro e escrevia matérias freelance para sites como Estadão, Tecnoblog, VIP, Galileu, Hypeness, entre outros. Paulistana que se preze, atualmente é sócia de um bar gourmet e trabalha com marketing digital, análise de dados e uma porção de outras buzzwords.

Biografia[editar]

Durante a infância e juventude, Ana sofreu bullying e não teve amigas mulheres, por causa dos seus interesses nerds. Ela encontrou na internet uma forma de conhecer e se relacionar com pessoas com os mesmos gostos.[1] Apesar disso, foi rejeitada nos chans por ser mulher. Ela também gostava de coisas idiotas como viajar e morou em diversos países.

Anão sendo banido por postar o link do Estadão

Em 2010, recém formada em jornalismo, escreveu um artigo para o Link Estadão sobre memes, citando apenas uma vez os chans. Foi o suficiente para alguns channers se irritarem com a divulgação do clubinho secreto deles (algo inédito até então, com exceção de um ou outro meme roubados pelo Raphael Mendes) e ela acabou sendo raidada com doxxing, ameaças e pizzas. A máquina de ódio também floodou o site do Estadão, deixando algumas páginas fora do ar. Este episódio foi considerado o equivalente nacional ao ocorrido entre o 4chan e a Fox News no ano anterior e resultou no link para a notícia sendo colocado em blacklist no 55chan.[2][3][4]

O site YouPix (para o qual ela colaborava, coincidentemente) a elegeu como uma das pessoas mais influentes da internet, após ela ter escrito um artigo sobre os protestos contra o aumento das tarifas de transporte público no Brasil em 2013, que foi compartilhado mais de 8000 vezes no Facebook.[5][6]

Dois anos depois, ela quis desabafar e escreveu um artigo sobre misoginia na internet, citando novamente os chans e também a Wikinet. O YouPix achou melhor não publicar e ela postou por conta própria no Brasilpost (hoje Huffpost Brasil), próximo ao carnaval de 2015 (época em que os anões estão com bastante tempo livre). Ela foi lurkar no 55ch para ver a reação dos jorges e achou que não ia dar em nada, mas, enquanto dormia, sofreu a sua segunda raid.[7] Aparentemente, a trollagem foi idealizada pela panelinha do Facebok Ilha da Macadada e eles usaram o 55chan para se organizar no anonimato.

Ela recebeu larvas de insetos, diversos produtos de sex shop (alguns personalizados), livros sobre emagrecimento e materiais de construção (incluindo uma betoneira) no seu prédio.[8] Apesar disso, ela não aparenta guardar rancor desses acontecimentos, sabendo que foi apenas uma minoria que a atacou, e permanece a favor do anonimato e da liberdade de expressão.[9][10]

Vídeos[editar]

Perfis[editar]

Ver também[editar]

Salsa