ARPANET

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Se a gente diz que a Internet é filha da puta, então esta puta tem um nome: se chama ARPANET.

Conceito[editar]

Antes da ARPANET, a conexão entre computadores se baseava na lógica master-slave.
A ARPANET revolucionou e criou o conceito de rede.

ARPANET, acrônimo para Advanced Research Projects Agency Network, foi criada em 1969, em plena Guerra Fria, e a sua ideia crucial era a ideia de rede: antes da ARPANET, já era possível conectar um computador a outro, mas sob a forma de master-slave, de modo que se o master fosse detonado, haveria um colapso das ligações entre os computadores.

O objetivo da ARPANET foi fazer a ligação entre vários computadores de forma que continuasse havendo uma comunicação entre eles mesmo após alguns deles terem sido destruídos por acidentes, atos terroristas ou mesmo por um ataque nuclear (mas agora andam dizendo que esta porra de ataque nuclear era lorota).

Assim, cada computador deveria saber a quais outros ele estava ligado, e saber como fazer a informação chegar a qualquer outro computador, procurando rotas alternativas entre os vários computadores que estariam ligados entre si.

A metáfora para este tipo de conexão foi a rede: em uma rede, cada ponto está ligado a vários outros pontos, de modo que, mesmo que se abram buracos na rede, a rede não se desfaz. Para arrebentar uma rede, é preciso um ataque em massa contra vários nós.

Diferente de uma cadeia, cuja força total é dada pelo elo mais fraco, uma rede é forte quanto mais nós tem, mesmo que cada nó, em si, seja fraco.

Início[editar]

A ARPANET, que foi financiada pelo Complexo Industrial-Militar, no início apenas ligou quatro computadores de Universidades e Centros de Pesquisa americanos, curiosamente, cada um rodava um sistema operacional diferente.

O seu crescimento foi muito lento, porque, naquela época, ainda não havia uma forma eficiente de digitalizar fotos e, sem o estímulo da pornografia, não havia muito interesse em ficar ligando computadores apenas para trocar e-mails sobre trabalho.

Expansão[editar]

Em 1975, a ARPANET saiu dos Estados Unidos, e foi conectada com computadores da Noruega. Naquela época, os países escandinavos, liderados pela Suécia, estavam na vanguarda da pornografia, tanto que o principal produto cultural sueco eram as revistas suecas de sacanagem. Assim, logo que a ARPANET chegou aos países escandinavos, abriu-se uma porta para a entrada rápida de pornografia digital nos Estados Unidos.

Com várias Universidades americanas conectando seus computadores à ARPANET e a demanda para a melhor circulação de pornografia pela rede, o protocolo inicial, chamado NCP, foi ficando obsoleto. Um novo protocolo, chamado de TCP/IP, foi desenvolvido.

Em 1 de janeiro de 1983, a ARPANET trocou o protocolo para o TCP/IP, e passou a se chamar Internet.

O que aconteceu depois[editar]

O resto já é a história da Internet, porque a ARPANET efetivamente virou a Internet. Ou seja, é errado dizer que a ARPANET é a puta que pariu a Internet, uma metáfora mais apropriada seria dizer que a ARPANET era uma underage que virou uma pornstar quando ainda tinha pouco mais de 13 anos de idade.

Ligações externas[editar]


ver
História da Internet e da Web
Internet history3.png


Precursores: ARPANET Usenet CompuServer Gopher


Navegadores antigos: WorldWideWeb Mosaic Netscape Internet Explorer


Sites e serviços antigos: BBS Geocities Orkut MSN Flickr